Newsletter Nº 3



Editorial
 


O último século foi de abundância sem precedentes!

Não parecia haver limites para a nossa necessidade e para os recursos que a satisfaziam. Hoje, as nossas necessidades não abrandaram, até porque na fila estão alguns biliões de almas em países subdesenvolvidos e em vias de desenvolvimento numa realidade diferente mas que reclamam a sua parte no mundo.

O que mudou então? A noção que apesar da nossa ambição não ter limites, os recursos que a alimentam, esses sim serem finitos e aparentemente estarem mais perto do fim!

Debatemo-nos HOJE com o desafio de utilizar os nossos recursos com muito mais eficiência.

Temos que ter a capacidade de reconhecer as antigas boas práticas de construção, climatização, iluminação, que a baixo custo de investimento e exploração obtêm elevados níveis de conforto e com o recurso a Engenharia aplicada nas especialidades de climatização, bioclimática, simulação dinâmica, produção de energia a partir de fontes renováveis competitivas, tratamento de águas e rega inteligente permitem a eficiência dos recursos Água e Energia.

Editorial

João Papa
Administrador Delegado

 


Editorial
 


Em arquitectura de edifícios, a iluminação natural tem assumido ao longo da história, um papel de agente determinante na concepção e definição de ambientes interiores das edificações.

Além de proporcionar visibilidade e um saudável contacto com o exterior, a iluminação natural apresenta-se nos dias de hoje como veículo de sustentabilidade económica e ambiental, ao reduzir a necessidade de iluminação artificial, conseguida na sua esmagadora maioria por meios eléctricos.

Pelas suas características, a luz natural proporciona, quando comparada com a luz artificial, melhores índices de contrastes e realce da cor natural dos objectos, sendo igualmente um tipo de luz dinâmica, vantagens que se traduzem num aumento do conforto visual, com benefícios físicos e psicológicos daí resultantes.

A iluminação natural passível de se verificar num espaço interior é constituída por uma componente directa e uma componente indirecta. A primeira compreende a luz recebida directamente pelo sol e pelo céu após difundida na atmosfera. A componente indirecta é resultado da soma da luz reflectida pelas superfícies da envolvente exterior (edifícios, vegetação, …) e pelas superfícies interiores desse mesmo espaço.

Do tipo de dispositivos existentes para aproveitamento da luz natural, os mais utilizados são os vãos envidraçados. As suas características e dimensões influenciam a luz natural recebida no interior de um edifício, bem como a sua orientação, devendo-se privilegiar sempre que possível orientações dos vãos envidraçados a sul, munidos de dispositivos de protecção (sombreamento) nas estações mais quentes, de modo a diminuir ganhos térmicos exteriores. Orientações a norte permitem bons índices de iluminação natural, mas apresentam como desvantagem perdas térmicas nas estações mais frias.

Existem actualmente outros tipos de sistemas de aproveitamento da luz natural disponíveis, como por exemplo os seguintes:
• Clarabóias;
• Ductos solares;
• Aberturas zenitais laterais;
• Palas reflectoras;
• Componentes prismáticos;
• Fibra óptica.

De entre os tipos supra, destacam-se pelas suas características técnicas, os ductos solares, capazes de garantir bons índices de iluminação e baixa carga térmica (contrariamente às tradicionais clarabóias) e de serem de fácil instalação numa fase posterior à da construção do edifício. As palas solares são também muito eficazes na condução e distribuição de luz natural num espaço interior, actuando igualmente como elemento sombreador, estando assim mais indicadas nas orientações a sul.

A fibra óptica evidencia-se pela sua flexibilidade, mas devido a ser das soluções aqui apresentadas, uma das mais tecnologicamente avançadas, apresenta custos de aquisição mais elevados.
Os componentes prismáticos, permitem redireccionar a luz solar e podem ser integrados em vãos envidraçados. Devido às suas características, apresentam-se como materiais translúcidos, impedindo o contacto visual com o exterior.

Devido à variabilidade que apresenta a luz do dia, torna-se necessário recorrer a meios de iluminação artificial. Esta característica da iluminação natural deverá em fase de projecto, ser analisada, de modo a melhor dimensionar a solução de apoio de iluminação.

Das estratégias disponíveis para tal, como por exemplo a utilização de modelos climáticos estatísticos de disponibilidade de luz natural, é o conceito de Factor de Luz do Dia (FLD), o parâmetro mais utilizado na caracterização da iluminação natural num edifício. O FLD (expresso em percentagem) é determinado através do quociente entre a iluminância num ponto de um dado plano do interior de um espaço e a iluminância exterior global num plano horizontal proveniente de um céu desobstruído. O facto de o valor de FLD após calculado, permanecer constante, permite definir a eficácia de um dado espaço interior em ser iluminado através de luz natural, uma clara vantagens quando comparado com outros métodos.

Em suma, a iluminação natural em edifícios apresenta as seguintes vantagens:
• Qualidade da luz e aumento do conforto visual daí resultante;
• Redução das necessidades de iluminação artificial, resultando numa economia de energia eléctrica;
• Potencial de iluminação nas horas de funcionamento da maioria dos edifícios de serviços;
• Redução dos custos de operação do edifício, promovendo a sua sustentabilidade económica e ambienta;
• Proporciona ligações com o ambiente exterior;

Refira-se ainda que um projecto de iluminação natural é um factor de grande importância na obtenção das qualidades proporcionadas por este tipo de iluminação, uma vez que quando mal elaborado poderá apresentar algumas desvantagens, tais como um aumento desnecessário de carga térmica, produção de padrões de sombras disformes e encadeamento, conduzindo deste modo a uma diminuição de conforto térmico e visual dos ocupantes do edifício.

Bibliografia (imagens):

http://www.parans.com (fibra óptica)
http://www.solatube.com/en/product_overview.htm (ducto solar)
http://www.usp.br/ (abertura zenital e claraboia)

Editorial
Abertura zenital lateral

Editorial
Clarabóia

Editorial
Ducto solar

Editorial
Fibra óptica

Editorial
Fibra óptica
 

 


Editorial
 


Na perspectiva de optimização dos recursos hídricos e energéticos do seu mais recente investimento, a Vale do Lobo empreendimentos adjudicou à De Viris um estudo de engenharia que contempla uma análise às soluções técnicas inicialmente preconizadas a nível de projecto, visando alternativas que, numa base de sustentabilidade ambiental, conduzam a uma rentabilização dos custos de investimento e exploração.

 


Editorial
 


Com o intuito de promover os seus serviços junto do mercado, a De Viris vai estar presente no Salão Imobiliário de Lisboa, a decorrer na FIL, de 22 a 26 de Outubro, integrada num stand do grupo Dreen, onde também conta com a presença de outras empresas do grupo. Com esta iniciativa a De Viris mostra, mais uma vez, que acompanha os principais eventos ligados ao sector imobiliário.

Editorial

Venha visitar-nos!!!

CLIQUE AQUI, para obter um convite.

 


Editorial
 


“Embora com um conceito inovador, descobri na De Viris uma equipa experiente e de grande capacidade, que, num ambiente jovem e dinâmico, encara com grande rigor os desafios propostos. A facilidade de comunicação e o bom relacionamento das equipas possibilitaram a minha fácil e rápida integração”

Editorial

 


Editorial
 
Agradecemos aos nossos clientes o voto de confiança que nos fizeram ao avançar com uma solução de microgeração, assim como a todas as empresas parceiras pelo esforço e dedicação a esta casa.
Podemos dizer hoje com toda a certeza: A De Viris tem 68 obras de microgeração finalizadas e 6 equipas técnicas distribuídas por todo o país a executar 12 obras por semana! Estamos todos de parabéns pela dimensão desta operação iniciada com a abertura do Sistema de Registo de Microgeração a 2 de Abril deste ano!

Pode aproveitar para ver algumas fotografias seleccionadas destas obras através do seguinte link:
http://www.deviris-pt.com/pt/galeria/ e caso queira comentar alguma das fotografias agradecemos que o faça para info@deviris-pt.com.
Falta agora aumentar esta dinâmica para o último registo deste ano, dia 29 de Outubro, onde desejamos manter o elevado número de inscrições com que temos vindo a habituar os nossos clientes.

Visite-nos em www.deviris-pt.com
 
design binário